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sexta-feira, 24 de junho de 2016

TFG – Pontos Para Obter Uma Boa Aprovação.

Estudante de Arquitetura’.

- o Trabalho Final de Curso, TFG é o MAIS IMPORTANTE de todos seus trabalhos nos últimos Cinco Anos, em sua Instituição de Ensino. É neste momento que a sua humildade deve aflorar: “Todos aqueles que possam lhe dar uma pequena contribuição devem ser consultados”.
Que bom seria se todas as pessoas que torceram por você, rezaram (oraram) por você, durante estes últimos cinco anos, também pudessem pegar num pedacinho de sua lapiseira e, junto com você traçar todo aquele emaranhado de linhas: “Expressão gráfica de suas ideias”. Que bom seria (,,,), pois todos que torceram com e, por você neste período, poderiam sentir o gostinho de SER ARQUITETO, também.
Pela unicidade de criação e execução, você se torna um egoísta e concorrente escondendo suas ideias para não serem copiadas.  (...) besteira: - ideias são pensamentos e isto é individual e, só são expressas pelas mãos de quem as “idealizou”.
É neste momento final, que você deve pensar naqueles que, até mesmo inconscientemente lhe ajudou:
- os pais com orações e, as noites perdidos com a insônia da ansiedade em vê-lo diplomado.
- o maridão que teve que lavar os pratos e varrer a casa, ou a “dona Maria” que teve que resolver problemas com a receita federal, DETRAN ou algo mais;
- o filho que não recebeu aquele esperado carinho na hora certa, e teve o cocozinho subindo costas acima, enquanto você defendia o seu TFG;
- o vizinho que, devido a sua pressa, não recebeu aquele caloroso “bom-dia”, de antes;
- os colegas, até mesmo aqueles que vão participar da sua lista de agradecimentos, que quantas vezes ficaram de fora de suas tomadas de decisões. Quantas vezes lhe pareceram inimigos ocultos?
Este momento eu conheço. Já passei por ele: não do modo que você vive atualmente, mas de um modo mais romântico: SOU DA ERA PAZ E AMOR.
Enfim, você deve se conscientizar de que, de modo geral, um ou outro e, todos são seus colaboradores, são seus parceiros são seus centroavantes e seus zagueiros, isto é: ESTÃO COM VOCÊ.
Neste caminho que você trilhou, são muitas as pessoas que caminharam junto com você. Muitas pessoas torceram e dedicaram suas preces por e para você. E não são poucas as que tanto lhe ajudaram, que até deveriam ter, pelo menos, o NOME gravado, e bem destacado, em “Seu Canudo”,
Neste seu caminho, na reta final, você tem ainda, alguém que é um parceiro ao seu lodo e, muito importante: “Seu Orientador”. Ele é aquele que se dispôs a cortar com você a FAIXA FINAL DA RETA DE CHEGADA. Confie e seja sincero com ele. Se você passar confiança e sinceridade, tudo vai dar certo. Não oculte nada dele, pois deste modo, boas estratégias poderão ser traçadas. Neste momento final, TODOS: Banca e Orientador só querem o seu BEM e, compartilhar com o seu SUCESSO.

- Alguns Pontos Para Serem Observados.
1.       TEMA
Escolha um Tema que você DOMINE e seja RELEVANTE. De preferência um tema de cunho social que em geral são considerados desafiadores. Temas como revitalização de praças ou outros relativos às intervenções urbanas, que trazem benefícios a um grande número de pessoas; temas como clubes ou casas de apoio para idosos, devido ao rápido envelhecimento da população e vários outros como bibliotecas, colégios, hospitais etc. que beneficiam uma grande margem da população, preferencialmente as mais carentes.
Temas relativos às edificações, tipo decoração, paisagismo, estudos acústicos ou térmicos, embora importantes, se aplicados em residências particulares, não serão considerados relevantes devido a uma suposta condição do proprietário. - Prepare-se para trabalhar dobrados se por acaso, resolver adotar este tipo de tema.

2.       OBJETIVOS
Os objetivos devem estar de acordo com os dados de sua pesquisa e atender às necessidades do público alvo. Devem estar bem definidos no texto e visivelmente claros no Projeto Gráfico. Em Arquitetura os objetivos gerais podem superar os objetivos específicos.

3.       METODOLOGIA
Existem basicamente dois tipos de metodologias em pesquisas: as Qualitativas e as Quantitativas. A metodologia deve ser especificada e bem esclarecida se quantitativa ou qualitativa, se baseada em trabalhos anteriores (Monografia de Compilação), se baseada em pesquisas diretas de campo (Monografia de pesquisa de campo ), ou ainda se baseada numa consciência crítica, objetiva e racional (Monografia científica).

4.       PROGRAMA DE NECESSIDADES
Os dados gerais de sua pesquisa e as observações diretas feitas por você lhes darão subsídio para a elaboração das bases e objetivos do projeto, bem com a elaboração do programa de necessidades, o qual será muito importante para a elaboração da parte física do projeto.
Este programa deve estar bem definido em seu projeto escrito, juntamente com outros tópicos como:
Resumo, Introdução, Fundamentação e/ou Referencial Teórico e os outros tópicos fundamentais de seu TFG.

O resumo, por exemplo, é tão importante que é escrito no início de sua monografia, mas só deve ser definido no final do seu projeto escrito, pois neste momento você já dispõe de todos os dados que possam atrair o leitor para o conteúdo de seu trabalho.


Toda acção dá lugar às seguintes questões: Porque razão foi feita? Onde? Quando? Como? Por que meios?” (Op. Cit., Livro V, Capítulo X, apud MEYER, Michel).

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A palavra de ordem é LICITAÇÃO PÚBLICA

Como já citamos é importante que o Estado e os Municípios promovam LICITAÇÕES para novas edificações, áreas urbanísticas e demais obras publicas.

Quando profissionais não pertencentes ao quadro de gestão, quer seja Estadual ou Municipal, são convidados para participar com sua contribuição às obras públicas, o  resultado é este: "Verdadeiras Obras de Arte em for de Arquitetura", como as que seguem abaixo.

Licitação do Novo Complexo Administrativo do Maranhão.
1º LUGAR:

2º LUGAR

3º LUGAR:

Clique nos links abaixo e tenha acesso direto aos projetos na página do  e baixe as plantas em PDF, clicando nos links Clique aqui e faça o download do projeto em PDF

1º Lugar: - http://www.iab.org.br/projetos/1o-lugar-complexo-administrativo-do-maranhao-concepcao-de-um-novo-modelo-de-ocupacao-do

2º Lugar: - http://www.iab.org.br/projetos/2o-lugar-complexo-administrativo-do-maranhao-novo-centro-administrativo-como-uma-arvore

3º Lugar: -http://www.iab.org.br/projetos/3o-lugar-complexo-administrativo-do-ma-nova-urbanidade-ao-complexo-administrativo-do

quarta-feira, 17 de julho de 2013

sábado, 16 de maio de 2009

Proteção Ambiental

Quando falamos de Meio Ambiente só nos vem em mente água dos rios, árvores das matas e florestas, as queimadas os manguezais, que associados ao lixo absorvem tudo que diz respeito ao meio ambiente... Coisas que estão à vista. Não nos ligamos em coisas como os lençóis freáticos, minas de carvão e principalmente os Esgotos, que não estão á nossa vista, em geral enterrados ou mesmo descendo por uma Área de Luz, escondida no luxo de uma “mansão triplex”. Tanto faz o esgoto de um condomínio residencial de luxo, como o de uma casa simples de classe média ou mesmo o esgoto de um barraquinho de periferia – são de grande importância para a Preservação, pois qualquer esgoto pode contaminar o lençol freático poluindo a água numa região consideravelmente grande.
Uma cidade sem sistema de esgoto é um grande prejuízo para o Meio Ambiente, mas com um sistema de esgotos construído de maneira incorreta é muito pior, e esta situação é a realidade que vivemos. Os sistemas de esgotos dos municípios em nosso país, talvez até no mundo, estão em situação oposta à preservação do Meio Ambiente, porque o erro começa na origem: – Na coleta residencial.
Em todas as residências, com raríssimas exceções, as águas servidas em lavatórios, chuveiros, e lavagem das varandas são misturadas com as águas servidas nos vasos sanitários, infectadas por fezes, características do sistema de esgotos é misto. Não existem divisões de esgotos primários e secundários. Estas águas vão diretamente para o “sistema de esgotos” do município e daí, na maioria das vezes, diretamente para os rios. Em poucos, bem pouco municípios, os esgotos são direcionados para uma “lagoa de decantação”, na maioria das vezes poluidora do meio ambiente por serem construídas de modo incorreto, ou mesmo porque não têm manutenção periódica.
Para que o sistema de esgotos não venha afetar o Meio Ambiente este deverá ser do tipo SEPARADOR ABSOLUTO: água usada em pias, chuveiros, lavanderias, isto é, águas misturadas com soda cáustica existente nos sabões, não devem se misturar com a água usada para dar descargas nos vasos sanitários, pois a soda cáustica mata as bactérias, dificultando a sedimentação do resíduo.
Neste sistema de esgotamento sanitário o esgoto já começa a ser tratado na fonte (em casa).
O ideal é que a água seja utilizada duas ou mais vezes e somente após a reutilização ela seja enviada para o uso final, nos aparelhos de descargas sanitárias reduzindo, deste modo, o consumo da água potável, nas residências.
Este sistema não é novidade. Há onze anos, quando da elaboração do projeto de um Loteamento numa área de preservação ambiental, (APA) na orla de Entre Rios, fizemos o projeto de uma fossa padrão para todo o Loteamento, adotando um sistema de esgotamento sanitário como este. Não tinha o reaproveitamento da água, mas as águas usadas nos chuveiros e lavatórios destinavam-se diretamente para uma caixa de inspeção final sem nenhum contato com as águas infectadas utilizadas nos vasos sanitários. Da caixa de inspeção as águas destinam-se para o sumidouro, aonde se juntam com as águas vindas da fossa. Do sumidouro, as águas, forçadas pela gravidade vão para as caixas de areia sofrendo a última filtração. Os resíduos excedentes ficam nas caixas de areia.
O equipamentos que tratam a água para reutilização já existem e estão sendo comercializados por algumas empresas, aqui mesmo no Brasil.
Na construção de sistemas de esgotamentos sanitários, assim como acontece com a geração de energia elétrica, os governos se preocupam com grandes obras, colocando o meio Ambiente em segundo plano, a obra sim: “tem que ser uma obra monumental e de grande impacto”. Estas obras nem sempre são as ideais. Atendem durante algum tempo e logo se tornam obsoletas, ou abandonadas, “os famosos elefantes brancos”. Mas está no sangue do brasileiro resistir ao novo, antes mesmo de experimentar; – dizer que não vai dar certo é muito mais fácil: pessimismo precoce.
Quando eu falo em fossa com alguém, ele retruca: – “fossa é coisa do passado, é atraso de vida, é um sistema nocivo ao lençol freático”. Eles têm razão. Eles só conhecem a fossa que meus antepassados faziam: – “uma caixa com paredes em tijolinhos, espaçados que coletavam e armazenavam os excrementos e escoava a água pelos espaços que ficavam entre um e outro tijolinho”.
Neste sistema a água escoa diretamente sem o menor tempo de decantação exigível, sem que lhe seja oferecida a menor dificuldade possível, e com ela vai quase todo o excremento coletado no vaso sanitário. Deste modo o contato com o lençol é direto e imediato.
Mas no sistema de fossa, do qual estou falando, a caixa é totalmente impermeabilizada, como a água não leva soda cáustica para a fossa, o tratamento é mais rápido e eficiente. Em poucas horas acontece a sedimentação das fezes. Neste sistema o tempo de decantação é maior, as “chicanes” dificultam a passagem da água. Esta dificuldade faz com que os detritos fiquem contidos, completamente nos primeiros módulos de decantação, de modo que só a água vá para o sumidouro.
Deste modo os esgotos primários de Rede pública só coletariam água pré-tratada, no sumidouro ficando mais fácil o seu tratamento final nas lagoas de decantação.
A água utilizada nos chuveiros, lavatórios, pias e lavagens de varandas devem ir diretamente para a estação de tratamento local e daí para a reutilização. Quando não houver sistema de tratamento para a reutilização, esta vai diretamente para a rede pública de esgotamento secundário e daí par uma lagoa especial de decantação, da qual deve filtrar diretamente para o solo. A rede de águas pluviais deve ter uso único, uma vez que é lançada diretamente nos coletores naturais: Rios e riachos.
As prefeituras não têm Planos Diretores e quando têm, em geral não dão muita importância para os esgotos, mas todo prédio deveria construir sua fossa separadora absoluta, além de contar com um reservatório de águas pluviais capaz de conter, por pelo menos por uma hora, toda a água concentrada por sua impermeabilização: telhado ou lajes, diminuindo por um determinado tempo a saturação sofrida pela rede pública de águas pluviais.
No caso dos prédios já existentes, todos eles têm condições de fazer adaptações e promover o novo sistema de esgotamento sanitário. Caso os estudos indiquem a impossibilidade total, isto não impede que seja construída uma fossa que dê um tratamento prévio aos excrementos, e nada impede a construção de reservatórios que retenham as águas das chuvas para uso futuro ou mesmo por algumas horas. Talvez devesse ser criada uma lei Nacional que obrigue a toda comunidade possuir um reservatório para retenção e utilização das águas pluviais criando-se um percentual mínimo de águas das chuvas a serem utilizadas nos serviços domésticos, em relação ao consumo total, principalmente no período das chuvas.
Pequenas atitudes, como vender pipoca, picolé, refrigerantes, acarajé ou outros podem causar problemas ao meio ambiente.
Analisemos a situação do vendedor de picolé: – tão ingênua, que mal vai trazer? Vender picolé não é nada, não traz mal nenhum, é somente um meio de vida simples, muito simples.
– Com relação ao meio ambiente não nos preocupamos com as causas, somente com os efeitos, e assim como na política vamos empurrando com a barriga e nada de resolvermos os problemas, pois não podemos atacar na origem. A origem é um privilégio dos políticos os quais gostam de protelar assuntos polêmicos para justificarem à sua inoperância.
Algumas classes da sociedade civil são coniventes ou promotores dos descasos com a preservação do meio ambiente. Uma delas é a classes dos lojistas varejistas, que deveriam ser multados por certas atitudes como jogar papel de propaganda nas ruas e avenidas. Quando fazem lançamentos e campanhas de liquidação, jogam confetes, serpentinas, papéis de reclames, papel-picado e outros no chão da loja, os quais saem juntamente com os pés dos consumidores, crianças ou outros e vão eles entupir as bocas-de-lobo. Atos como estes deveriam ser recriminados, pois quando vêm as chuvas é aquele sufoco: juntam-se as águas coletadas pelos telhados, com as águas coletadas pelos passeios e asfaltos, e levam toda a sujeira das lojas, os inocentes sacos de pipoca, os pobrezinhos paus-de-picolé, os papéis impermeáveis dos “chokitos” ou salgadinhos usados pelas crianças, os copinhos plásticos, e lá se vão eles entupir as bocas-de-lobo.
Neste momento os lojistas são castigados: “A natureza dá o troco” – com a invasão das águas.
A proteção ambiental deve estar associada à educação para que seja possível a preservação. Sem educação qualquer empreendimento tende a fracassar.
Mas não devemos deixar esta função educativa somente com a escola, pois neste país tudo tem que ser a escola: – prevenção de saúde, religião, educação para o lar, arte e tudo mais. E para a família não sobra nada? As ONGs estão assumindo grande parte desta responsabilidade. Mas estamos nos preocupando com os filhos, quando deveríamos nos preocupar com os pais, são eles que devem ser educados, os filhos serão consequência.

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